Imaginando Negócios

Imaginando Negócios

Como o mundo moderno está mudando o mundo dos negócios

Você pode navegar pela prateleira utilizando as teclas e

Reimagine: novo conceito para evolução e inovação

2014

Clique aqui para visualizar a campanha.

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“Tudo vira commodity com o passar do tempo.” Esta frase, dita por Steve Heyer ex-CEO da Starwood Hotels & Resorts Worldwide e ex-diretor de operações da Coca-Cola, revela uma característica forte no mundo moderno, onde tanto produtos quanto serviços se tornam padronizados, perdendo com isso seus diferenciais e dificultando o processo de evolução aonde são aplicados. A palavra inglesa “commodity” define algo padronizado para compra e venda e pode ser negociada em diversos mercados com múltiplos instrumentos econômicos.

Há dois anos, a Stefanini reforçou seu compromisso de sempre oferecer algo diferenciado, resumido no slogan “Powering your Business” (Potencializando seus negócios). Por meio dele, a tecnologia vista por outros como uma “commodity” passa a ser aplicada e personalizada para trazer diferenciais reais para os negócios dos clientes. Essa busca por ser diferente, como cada negócio de nossos clientes também é, resultou em diversos investimentos em pesquisa, inovação, desenvolvimento de novos serviços e consultoria, transformando nossos serviços em soluções totalmente alinhadas aos clientes.

Um novo passo nessa estratégia é a difusão do conceito “Reimagine”. Muito mais do que uma campanha institucional, o Reimagine é um convite feito para todo o público da Stefanini, interno ou externo, para repensar e reimaginar tudo o que fazemos. Precisamos estar abertos às novidades e com isso nos livrar de qualquer resistência, só assim conseguimos ter um caminho aberto para a evolução e a inovação.

Para ser a empresa inovadora que pretende, é necessário reimaginar tudo o que faz para que essa inovação chegue de fato aos clientes. Reimaginar é um exercício que está sendo praticado internamente em nossos processos e está sendo estendido ao grande público de forma que possa ser até mesmo encarado como uma filosofia de vida.

A ideia surgiu a partir da campanha para apresentar a empresa, mas o objetivo era focar em um conceito diferenciado que representasse a amplitude dos serviços da Stefanini, que vão além de TI. Este conceito foi proposto e desenvolvido em uma série de comerciais, anúncios e demais materiais de comunicação da Stefanini.

A campanha acabou traduzindo nosso objetivo de trazer soluções diferenciadas, fugindo da comoditização do mercado. A tradução criativa do conceito reúne citações de pessoas que não acreditavam em novas tecnologias que, com o tempo, revolucionaram o mercado.

Cinema, computador pessoal, raios-X, produtos e serviços que fazem parte do nosso dia a dia, mas que no passado sofreram resistência para se popularizar. Fugir do “status quo” é a forma de abrir novos caminhos e trazer inovação. Para mostrar que está engajada em ações inovadoras e oferecendo aos seus clientes soluções para repensarem seus negócios, a Stefanini recentemente adquiriu empresas que agregaram ao seu portfólio novas possibilidades de serviços que vão além da TI, como a Orbitall e a Woopi.

A companhia também está com forte atuação em pesquisa e desenvolvimento de soluções. Uma frente que sintetiza isso é a área de consultoria em negócios, totalmente voltada aos diversos segmentos de seus clientes.

O convite que fazemos é para que cada cliente, parceiro e colaborador Reimagine e juntos possamos pavimentar a estrada que nos leva a um futuro inovador e diferenciado.

Jurassic Press: Dinossauros de papel conseguirão sobreviver em um mundo digital?

2013

Há muito tempo se fala sobre o fim da mídia impressa. Como será o futuro dos informativos periódicos que fazem parte de nossas vidas por tanto tempo? Apesar da longa existência deste meio (desde a Roma Antiga já existem, no formato de boletins de anúncios do governo exibidos em locais públicos e esculpidos em metal ou pedra), as novas gerações vem reduzindo o consumo ano após ano, migrando para o mundo digital.

Paper Age: curta do designer alemão Ken Ottmann prevendo a destruição do meio impresso devido aos equipamentos eletrônicos de consumo de conteúdo.

A cada novo meio de comunicação que surge, o debate sobre o termino dos jornais retorna. Seria o rádio o substituto do jornal? Ou poderá a televisão exterminar este meio? Em ambos os casos, a mídia impressa conseguiu coexistir. Porém com a internet, que preserva uma forma de organização do conteúdo similar ao jornal, acrescentando o conceito de hiperlinks, surgiu uma ameaça real. Mais recentemente,  com o lançamento do primeiro tablet “popular” em 2010, a experiência de portabilidade do jornal passou a ser replicada através da prancha digital móvel.

Os jornais e revista também correram atrás de se reinventar. Além de irem para a internet com portais de notícias e com modelos de assinatura digitais, no meio impresso trabalham com layouts próximos da estética da internet, inclusive criando conexões entre notícias e seções similares ao conceito de hiperlinks.

Porém este modelo já é questionado a algum tempo. De acordo com os dados do IVC, que audita cerca de cem títulos no Brasil, inclusive publicações não diárias, o mercado de jornais cresceu 1,8% no ano passado. Porém quando olhamos para outras realidades, vemos um cenário pessimista. O “Financial Times”, jornal britânico, irá reduzir a sua equipe em 25 profissionais (dos atuais 600), segundo documento interno obtido pela imprensa britânica. Pelos planos, haverá um corte de 35 jornalistas e a contratação de dez, todos para a área digital, uma das prioridades do jornal.

Em 2010 vimos o “Jornal do Brasil”, tradicional jornal fundado em 1891, migrar totalmente para o formato digital, abandonando a versão tradicional impressa. O mesmo caminho seguiu a revista americana “Newsweek” no final de 2012.

Do outro lado, em fevereiro de 2011 foi criado o primeiro periódico diário apenas para tablet, algo que poderia representar o futuro destas publicações. “The Daily” foi um fracasso de vendas, sendo encerrado no final de 2012, menos de 2 anos de seu lançamento. Segundo o CEO da News Corp, Rupert Murdoch, ele “não encontrou rapidamente a audiência necessária para que o modelo do negócio fosse sustentável”.

Outro desafio é de como incentivar pessoas na imersão em um conteúdo extenso em uma geração onde a dispersão é uma das características, fruto do crescimento de estímulos visuais. O jornal “Tokyo Shimbun” criou, o aplicativo de realidade aumentada com o objetivo de transformar o hábito de leitura dos filhos de seus tradicionais leitores.

Usando realidade aumentada para dar vida ao texto, o usuário só precisa apontar a câmera do celular em cima das marcações do jornal, e com isso personagens digitais interagem com o conteúdo. Realidade aumentada já foi utilizada muito na interação entre o impresso e o digital, porém está é uma das primeiras vezes que foi aplicada em conteúdo editorial.

Case do jornal Tokyo Shimbun

Estes diversos exemplos mostram que hoje o caminho está aberto para preservação deste meio. Jornais são ainda uma ótima fonte para ter conteúdos atualizados e densos, diferente do meio digital que, muitas vezes, se perde em uma certa superficialidade. Porém o grande questionamento para garantir ou não a sua sobrevivência é o perfil desta nossa geração “google”. Teremos uma geração focada em discursos superficiais ou ainda existe espaço para profundidade? Não é o tablet, o computador ou qualquer outro meio que determinará a extinção dos jornais. Quem pode ser o meteoro mensageiro do fim é o seu humano e sua busca por conhecimento. E, infelizmente, vivemos uma realidade onde o conhecimento está cada vez mais superficial.

Relembrando o passado, potencializando o futuro.

2013

Quando lemos biografias de empreendedores e personalidades, nos deparamos com a realidade que muitas vezes a infância de cada um foi crucial pra seu futuro. Na verdade, as grandes forças de nossas vidas são desenvolvidas no período mais criativo de nossas vidas, nossa infância. Um exemplo foi Walt Disney, cuja habilidade nos traços dos desenhos foi detectada desde a infância e na escola ele desenhava nas margens dos livros, e ao folhea-los conseguia a ilusão de animação. Outro foi Steve Jobs, que quando criança já era apaixonado pelos detalhes dos designs dos carros que o pai concertava, e essa fixação pelo design marcou a trajetória da empresa que ele construiu.

Seriam então os “talentos” da infância as nossas forças do futuro?

Se traçarmos um paralelo entre nossa infância e nossas atividades hoje, podemos detectar uma relação interessante entre os diversos pontos.

Nossos talentos infantis X nossas habilidades atuais

Numa esfera simplista, podemos quebrar em 2 grupos de habilidades: lógicos e criativos. No primeiro, atividades como quebra-cabeça de blocos, exercícios com números e atividades esportivas com regras tendem a demonstrar  uma linha mais racional, que pode refletir em profissionais mais pragmáticos e de raciocínio ágil. Já as habilidades criativas como desenho, pintura e brincadeiras performáticas refletem profissionais com perfis mais inovadores que podem exercer atividades criativas e soluções inusitadas. Claro que o ser humano é complexo para se dividir em duas características, na verdade somos formados ambas em pesos e ações diferentes. Estes são alguns exemplos de como podemos contrapor estes 2 perfis. Tente fazer uma analise de algumas relações entre sua infância e seu presente.

Pais que corrigem X lideres pesados

Uma segunda analise que podemos realizar é comparar a tratativa que os pais davam ao talentos e fracassos dos filhos e como nossos lideres agem hoje. Erramos mais incentivados ou corrigidos quando erramos menores. E hoje, somos mais desafiados em nossas habilidades ou ouvimos sempre o velho discurso que “devemos sair da nossa zona de conforto”. O pensamento cristão do dogma do pecado criou uma sociedade onde os erros são mais punidos do que os acertos elogiados. Contrapondo a isso temos o movimento do novo pensamento, cujo principal discurso é a lei da atração que direciona o pensamento positivo como forma de atingir resultados positivos, culminando em um trabalho mais focado nas forças do que nas fraquezas.

A criança cresceu

O melhor exercício para se tornar um profissional melhor é o auto-conhecimento. E olhar para traz é uma forma de redescobrir nossas forças e encontrar formas de recuperar a essência de nossa personalidade. Resgatando estes pontos da infância, podemos identificar nossas forças do presente e desenvolvê-las para um futuro ainda mais promissor. E ao invés de sair da zona de conforto, lembrar sempre de nos fortalecer na zona de nossas habilidades.

O herói anônimo e seus atos aleatórios de bondade

2013

Quando dois aviões atacaram um dos principais centros comerciais do mundo e pessoas viram que suas vidas poderiam terminar abruptamente, a principal preocupação delas era deixar mensagens de amor para os seus. Quando jovens foram encontrados mortos em um incêndio em uma cidade do interior do Rio Grande do Sul, a trilha sonora do ambiente eram celulares tocando, mães procurando ser atendidas pelos seus filhos que já não estavam no plano terrestre. Quando um garoto americano descobriu que na Africa haviam outros garotos não tinham o que beber, juntou suas economias para pagar a construção de um poço para extração a partir dos lençóis freáticos.

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Atos aleatórios de bondade acontecem a nossa volta o tempo todo, mas muitas vezes se tornam invisíveis diante do dinâmismo do mundo. Porém algo mudou nos últimos anos. No passado os meios de comunicação de massa eram unilaterais, você recebia as informações da forma que as emissoras queriam. O advento da internet inverteu este jogo, dando voz para quem os anônimos invisíveis. E com essa voz, veio a projeção destes atos de bondade.

Pare para pensar nas diversas mensagens sobre causas sociais você recebeu na ultima semana. Talvez o ser humano não tenha mudado e este lado bom sempre esteve presente, mas hoje isso ganha outra visibilidade graças a tecnologia. Ou ainda mais do que ser bom, talvez vivamos numa era onde precisamos transparecer uma imagem boa, nem que seja falsa.

Na edição especial Person of the year da revista Time, do final de 2011, o protestador anônimo protagonizou a capa, revelando a forca das pessoas nas revoluções, superando as organizações. Sao estes atos que podem mudar o mundo.

Poucas organizações descobriam como participar desta corrente sem parecerem oportunistas. Um exemplo interessante foi a Starbucks, que diante da crise americana, passou a engajar os frequentadores a doar para fundos de desenvolvimento de empregos. Esta visão é chamada capitalismo social, conceito muito difundido por Michael Porter onde as empresas não devem agir apenas como filantropas, mas podem sim gerar valor para a sociedade e, por consequência, ampliar seu próprio valor.

O capitalismo social pode ser a evolução natural das empresas para essa característica do ser humano. E os atos aleatórios de bondade podem se tornar uma corrente comercial mais justa e buscando o consumo consciente. Entenda este breve texto como uma introdução, pois acredito que podemos falar muito sobre este tema e imaginar os negócios do futuro em uma base de troca justa e onde o valor é compartilhado. Cada participante desta relação, seja consumidor, empresa, colaborador ou qualquer outro pode ser um herói no nosso mundo moderno.

Quem quer viver para sempre?

2013

Talvez o dia de aniversario seja um dia propício para falar sobre longevidade. No texto anterior (Estamos Lascados) conversamos brevemente sobre como os avanços medicinais e tecnológicos ajudam para ampliar a qualidade de vida da população. A descoberta em 1928 da penicilina, por exemplo, junto com outras como a vacina contra a tuberculose, fez disparar a expectativa de vida na primeira metade do século passado. E da segunda metade até hoje ampliamos em cerca de 20 anos “nossa idade máxima”.

A revista The Economist divulgou no início de 2013 um gráfico considerando um acumulado dos anos, podendo ser considerado um gráfico das experiências somadas. Até o final deste século, a média de idade vai ser um pouco mais de 42 e a expectativa será de viver até aos 81. A população mundial vai ter estabilizado em pouco mais de 10 bilhões e essas pessoas vão ter acumulado 430.000.000.000 anos de experiência humana entre eles.

The Age of Man - The Economist

The Age of Man – The Economist

Qual será o limite deste processo? Existirá um dia que o homem tenha a chamada vida “física” eterna? Quando em 1996 o mundo conheceu Dolly, o primeiro mamífero clonado, este tema ganhou força através da ideia de que um ser poderia ser infinitas vezes duplicado, perpetuando assim sua existência. Porém, além do fato do ser clonado apresentar um tempo de vida mais curto, a existência do ser não é plena, visto que o homem é muito mais do que um punhado de genes, ele é uma junção de diversas experiências e fatos corriqueiros que constroem sua personalidade, emoções, conhecimentos e demais características de sua vida.

Outra frente de pesquisa é a Criogenia Humana. Diversas pessoas pagam verdadeiras fortunas para terem seus corpos congelados após a morte, esperando um dia que a medicina esteja avançada a ponto de serem ressuscitados. Porém se trouxermos a ótica das principais religiões, acredita-se que o ser humano é formado de matéria e espírito e que após a morte, a alma encontra seu descanso eterno. Portanto, como seria possível, do ponto de vista religioso, que uma pessoa voltasse após a morte?

A promessa de vida estendida move diversos negócios. Existe uma clínica em Moscou que possui a fama de ajudar a desafiar o envelhecimento através de injeções de células-tronco para manter a aparência jovem. Existem diversos estudos russos nesta área que revelam quase uma nova versão da corrida espacial, desta vez com o foco na eternidade. A busca pela juventude eterna definitivamente é um grande negócio, movimentando fortunas em busca de preservar ou resgatar o que se foi um dia.

Para atingir a eternidade, o caminho mais provável seria a cura constante do envelhecimento. Mas envelhecer não é uma doença, e sim uma característica natural do homem. Será que a vida permitirá ser controlada desta forma? A vida termina de forma independente de doenças, ela acaba abruptamente a qualquer momento. Pode ser um simples acidente quando atravessamos a rua, ou quando tropeçamos em uma pedra, ou em qualquer outra forma aleatória e inesperada.

Pode parecer mórbido falar sobre morte no dia em que comemoro mais um ano de vida. Mas a grande verdade é que essa instabilidade da vida, ao invés de evitada, pode ser celebrada em cada pequeno minuto mágico desta dádiva. A vida eterna é a vida vivida de forma plena, nem que por poucos instantes.

Estamos lascados: será que vivemos em um mundo inovador?

2013 2 Comentários

Na capa da edição da revista Época desta semana surgiu o questionamento de “Qual é a maior inovação: o Iphone ou a Pedra Lascada?

Imagem da Revista Época

Imagem da Revista Época

Ao propor este debate temos a visão de que, apesar parecer que estamos em um mundo absurdamente inovador, na verdade vivemos um período de seca criativa. De fato, a machadinha de pedra lascada foi bem mais revolucionária que o iPhone e hoje não podemos lembrar de tantas coisas revolucionárias recentes. A principal revolução que me recordo já possui mais de 30 anos e atende do nome de internet. Depois disso, vivemos uma série de melhorias e alguns “remixes” de soluções antigas.

Estava conversando com amigos alguns dias atrás sobre o Facebook, visto por muitos como uma grande revolução de comunicação e compartilhamento. Mas será que o facebook não é apenas uma versão digital das velhas conversas que nossos avós tinham nos finais de tarde, ao sentarem com os vizinhos na porta de suas casas, compartilhando os fatos diários?

Algumas semanas atrás aconteceu a CES (Consumer Electronics Show), feira que anualmente se propõe apresentar as inovações tecnológicas do mundo do consumo. Todos os jornalistas ficaram impressionados com Televisores de altíssima definição (4K), tablets potentes, tocadores de música que permitem ouvir áudio com compressão quase nula, enfim, coisas incríveis, mas pouco inovadoras. Para uma feira que utiliza o slogan “the global stage for innovation” (o palco global para a inovação), será que não foi muito pouco?

A forma que encaro o mundo hoje é muito menos inovador e muito mais incremental. O iPod que não sai do meu bolso não é tão diferente do walkman que tocava fitas com músicas randômicas gravadas a partir de uma rádio qualquer. Encaro que vivemos um mundo de “remixes”, onde utilizamos releituras de objetos, atividades e coisas que já usavamos, porém com mais tecnologia e praticidade.

No filme 2001: Uma Ódisseia no Espaço, vemos uma previsão interessante do homem vivendo fora do planeta azul, possuindo uma colônia na Lua e ainda indo até Jupiter. Já estamos em 2013 e nada disso se provou verdade ainda. Se compararmos o que sonhavamos viver, estamos muito longe disso. E se compararmos ainda nossa realidade de hoje com algumas conquistas do passado como a descoberta do fogo, grandes navegações, o homem na Lua, entre outras coisas, estamos longe de um mundo realmente inovador. Como disse o ex-astronauta americano “Buzz” Aldrin (o segundo homem a pisar na Lua):

Eles me prometeram colônias em Marte, em vez disso eu tenho Facebook.

Porém os “remixes” de hoje trazem vantagens impossíveis de serem negadas no âmbito do bem-estar. Vivemos mais com a cura de algumas enfermidades, nos comunicamos melhor e com mais pessoas, temos acesso ao conhecimento de forma mais rápida e principalmente democrática.
Porém a pergunta que fica aberta é: Será que ainda existe alguma revolução que podemos realizar? Acredito que alguns caminhos ainda a serem desvendados estão nas realidades sobrenaturais como:

– Como pessoas são curadas com a fé?
– Qual é o real potencial do cérebro humano?
– Existe um ser superior?
– De onde vem as premonições?
– Como a energia da natureza pode ser aplicada de forma melhor em objetos tecnológicos?

Alguns devaneios que podem ser a nova “pedra lascada” da nossa era. E trazer uma verdadeira ruptura para a humanidade.

O dia que mudou tudo.

2013

Há onze anos tudo mudou. Um grupo de pessoas de uma organização não oficial expos a maior potência do mundo. Davi derrubou Golias, mas na verdade foi um Davi mau contra um Golias inocente. Se 11 de setembro revelou algo, foi que o mundo tinha mudado.

A força não estava mais nos grandes, mas sim, nos apaixonados por um ideal (mesmo que um ideal errado). Tom Peters, no livro Reimagine! fala sobre isso, do ponto de vista do fracasso das organizações inventadas em outra era.

“Nossa atual (pré 11 de setembro) foi essencialmente desenvolvida e projetada por Napoleão”, disse o almirante e ex-vice-comandante do Estado Maior das Forças Armadas americanas Bill Owens.

O que Petters levanta é a força das “organizações virtuais”, como a estrutura dos terroristas, que surpreendem e tem a agilidade que as organizações tradicionais não possuem. Se trazemos isso ao mundo dos negócios, podemos comparar com as forcas das empresas startups, ágeis que muitas vezes superam as grandes.

O fatídico dia 11 impôs novas estratégias, táticas e ações ao exército americado. Um novo lema: “Flutuar feito borboleta, picar feito abelha” (Muhammad Ali). Do slogan “Seja tudo que puder ser” para o conceito “sou um exército de um homem só”.

Se aplicarmos como Tom Peters propõe também ao ambiente corporativo, os novos contrastes do exército também refletem nas organizações:

Onde havia Exército da “velha economia”, deve haver exército da “nova economia”

Onde havia um cenário íngreme, burocrático, cheio de patentes, deve haver plano, descentralizado, com poucas patentes

Onde havia lento, porém certeiro, deve haver rápido e certeiro

Onde havia pesado e portanto letal, deve haver leve, porém não menos letal

Onde havia força esmagadora, difícil de manobrar, deve haver munições precisas, capazes de “fazer uma moeda girar”

Onde haviam as maiores pistolas da cidade, devem haver os sistemas mais inteligentes da Terra

Onde haviam soldados formados em massa, transportados em tanques e com pesada artilharia a reboque, devem haver unidades de cinco a dez soldados com o espírito de “exército de um homem só”

Onde havia um ambiente intenso em armas de fogo, deve haver intenso em informações

Onde havia hierarquia, com unidades independentes que se relacionam por meio de operações de comando e controle ditados de cima, deve haver centrado em redes, com grupos interdependentes que se envolvem em planejamento operacional repentino

Onde havia muita fricção, baixa coordenação, especialmente com outros serviços das forças armadas e agências governamentais, deve haver comunicação aberta, livre de fricções, tanto em âmbito de unidade, quanto entre as divisões organizacionais.

Onde havia muito “real”, deve haver muito “virtual”.

Tudo mudou.

O segredo da criatividade Disney

2012 1 Comentário

Sou um profundo admirador de Walter Elias Disney, o mais conhecido Walt Disney. Recentemente, lendo a biografia escrita por Neal Gabler, tenho descoberto características sobre este grande empreendedor que poderiam ser aplicadas na vida de qualquer pessoa. Buscando me aprofundar no processo criativo de Disney, descobri um artigo escrito por Mark McGuinness para o site Lateral Action. Estou traduzindo e adaptando este artigo em duas partes. Abaixo você poderá ler a primeira parte, focada no conceito de três caracteristicas distintas de Disney, citadas no fantástico e extremamente recomendado livro The Illusion of Life, escrito por dois animadores da equipe Disney (Frank Thomas e Ollie Johnston).

O Segredo da Criatividade de Walt Disney (Mark McGuinness)

Quando era criança, lembro-me ter ficado chocado ao saber que Walt Disney era uma pessoa. Para mim, Disney era uma entidade misteriosa, simbolizada pelo castelo mágico que sempre aparecia a cada começo de seus filmes. Era uma mistura de uma cole oração sem rosto e uma terra encantada. Um pouco como a fábrica de chocolate do Willy Wonka.

Então para mim era difícil colocar na cabeça a ideia de que aqueles filmes eram fruto do cérebro infantil de um único homem. Isso sem mencionar os parques temáticos. Como uma simples pessoa podia ser responsável por tudo isso?

Então acabei descobrindo que a verdade era ainda mais estranha. Não era apenas um Walt Disney, existiam três. Aqui está o testemunho de alguns animadores da Disney:

“Existiam de fato três diferentes Walts: o sonhador, o realista e o spoiler (desmancha prazeres). Você nunca sabia qual destes estava vindo para sua reunião.”

(Ollie Johnstone e Frank Thomas no livro The Illusion of Life: Disney Animation)

Robert Dilts usa esta afirmação como base de uma análise brilhante sobre o processo criativo de Walt Disney em seu livro Strategies of Genius: volume 1. Ele substituiu o termo spoiler por critico, nomeando os três distintos papéis que Walt Disney atuava, cada um envolvido por ações e pensamentos particulares:

O Sonhador – o visionário que sonhava as ideias para os filmes e empreendimentos.

O Realista – o pragmático produtor que fazia as coisas acontecerem.

O Crítico – o avaliador com olhos de águia que refinava o que o sonhador e o realista produzia.

Mais importante que os papéis individuais era a habilidade de Disney em encontrar o equilíbrio certo entre eles:

“Criatividade como um processo completo envolve a coordenação destes três subprocessos : sonhador, realista e crítico. Um sonhador sem um realista não consegue transformar ideias em ações tangíveis. Um crítico e  e um sonhador sem um realista fica preso em um eterno conflito. O sonhador e um realista podem criar coisas, porém não atingirão um nível alto de qualidade sem um critico. O critico ajuda a avaliar e refinar os produtos da criatividade.”

(Robert B. Dilts, Strategies of Genius: Volume 1)

O Sonhador

Disney, como sonhador, podia visualizar cenários extraordinários, para novos projetos como para filmes animados:

“O que eu vejo é muito nebuloso para descrever. Mas parece ser grande e brilhante. E é isso que eu gosto sobre este negócio, a certeza de que sempre existe algo maior e mais emocionante ao virar da curva, e a incerteza de todo o resto.”

(Walt Disney, ‘Growing Pains’ – artigo de 1941, reimpresso no SMPTE Journal, julho de 1991)

No modo Sonhador, Disney tinha a habilidade de se imergir na sua imaginação, excluindo todo o resto:

“Quando Walt estava imergido nos pensamento, ele abaixava uma sobrancelha, apertava os olhos, deixava seu queixo cair e olhava fixamente para algum ponto no espaço, ficando assim frequentemente por um bom momento… Nenhuma palavra poderia quebrar este feitiço…”

(Ollie Johnstone e Frank Thomas, The Illusion of Life: Disney Animation)

Qualquer um com conhecimento de hipnose reconheceria na linguagem corporal de Disney indicadores de um estado de transe – um estado de pensamento na qual a o pensamento consciente foi suspenso e pensamentos involuntários da imaginação ganhavam vida. Seria interessante saber que rituais e gatilhos de criatividade ele usava para acessar o estado “sonhador” quando ele precisava.

Sem a visão sonhadora, os filmes de Disney não teriam o toque de mágica que os diferenciam.

O Realista

Disney não era apenas um pensador criativo. Como um compromissado realista, ele fazia as coisas acontecerem e até mesmo seus sonhos estavam enraizados na realidade:

“Eu definitivamente sinto que não podemos coisas fantásticas baseadas no que é real sem saber primeiro a realidade.”

(Ollie Johnstone e Frank Thomas, The Illusion of Life: Disney Animation)

O realista Disney tinha a fenomenal habilidade de motivar e coordenar times de diversos trabalhadores que traziam seus sonhos em realidade. Ele trouxe a transpiração necessária para a imaginação do sonhador:

“[Nosso sucesso] foi construído por trabalho duro e entusiasmo, integridade de propósito, uma devoção ao nosso meio, confiança no futuro e, acima de tudo, por um crescimento constante e diário no qual todos nós apenas estudamos nosso negócio e aprendemos.”

(Walt Disney, ‘Growing Pains’)

Sem um pensamento realista prático e atividades enérgicas, as realizações de Disney  não teriam sido mais do que um brilho nos olhos de um sonhador.

O Crítico

O Disney crítico submetia todas as partes do seu trabalho a uma análise rigorosa:

“Cada passo da animação bruta foi projetada na tela para análise, e cada parte foi desenhada e redesenhada até podermos dizer: ‘Este é o melhor que podemos fazer.’ Nós nos tornamos perfeccionistas, e como nada é perfeito neste negócio, nos continuamos insatisfeitos.”

(Walt Disney, ‘Growing Pains’)

O Crítico provê feedbacks contínuos e válidos ao processo criativo: como um ciclo entre Sonhador, Realista e Crítico nos diferentes estágios do processos, Disney e seu time estavam aprendendo e estendendo suas habilidades continuamente:

“.. de fato, nosso estúdio se tornou mais uma escola do que um negócio. Fomos crescendo como artesãos, através de estudo, críticas pessoais e experiências. Desta forma, as possibilidades inerentes em nosso meio foram escavadas e trazidas à luz. A cada ano nós poderíamos lidar com uma ampla gama de material de histórias. Eu afirmo que este não é genial ou até mesmo notável. Porém foi a maneira como nos construímos – suor, inteligência e amor ao trabalho.”

(Walt Disney, ‘Growing Pains’)

Sem a insatisfação perfecionista critica, Disney teria estado satisfeito de seu bom trabalho, o que qualquer empreendedor criativo que se respeita iria dizer que não era bom o suficiente.

Como você pode usar a estratégia da criatividade de Disney?

Você provavelmente já descobriu que a abordagem de Disney na criatividade não se limita aos filmes animados, na verdade é uma estratégia para obter sucesso em qualquer esforço criativo.

Todo projeto criativo precisa incorporar os três aspectos da imaginação criativa, ações praticas e refinamento crítico.

Como um indivíduo, você precisa ter algumas capacidades nos três papéis. A maioria naturalmente é mais forte em um ou dois deles, e com isso mais fraca no terceiro. O primeiro passo é ter auto-consciência para reconhecer isso. E o próximo passo é se comprometer em desenvolver as habilidades necessárias para este papel.

Por exemplo, sou naturalmente confortável no papel de sonhador e crítico, como um escritor que pensa criativamente, editor e contador de histórias. Porém eu tenho que trabalhar muito para desenvolver as perspectivas e habilidades do Realista, principalmente nas áreas de gestão, marketing e tecnologia.

Para cada trabalho que você realiza, tenha certeza que você cobre essas três bases. Estas questões poderão te ajudar:

O Sonhador

O que você está tentando realizar ou atingir?
O que excita ou inspira você?
Se você pegasse uma varinha mágica e chacoalhasse, o que você criaria? Como isso seria? O que faria com isso? Como isso te faria se sentir?

O Realista

Que recursos você precisa para fazer isso acontecer? Pessoas, investimento, materiais e tecnologia?
Qual é seu plano?
Quais obstáculos irá encarar? Como você irá superá-los?

O Crítico

No estágio crítico do projeto, saia um pouco do seu trabalho e pergunte a si mesmo:

Como isso parece? E como se parece olhando o todo? E os menores detalhes?
Como me sinto quando examino o projeto?
Como isso se aparenta ao cliente? E ao usuário? E a um membro do público? E a um especialista?
É o melhor que eu/nós podemos fazer? O que poderia fazer este projeto melhor?

Cuidado para não os papéis misturados! Eu trabalhei com um monte de criativos que bloquearam-se ao introduzirem o papel de Crítico muito cedo, antes que o Sonhador tivesse a chance de terminar o primeiro rascunho ou protótipo. O crítico estava deixando o trabalho em pedaços antes de ter mesmo sido juntado completamente! As coisas vão muito mais fáceis quando você permitir o Sonhador montar um esboço, e então permitir que o lado Crítico coloque o que tiver que dizer.
Outro problema clássico é o Sonhador que é grande no pensamento criativo, mas não tem foco na ação realista. E assim por diante, a chave é conseguir um equilíbrio dinâmico entre os diferentes papéis.

A abordagem Disneu para a criatividade em equipes

Você só pode chegar longe tentando atuar as três funções em você mesmo. Mas você poderá conseguir muito mais através de parcerias com pessoas que naturalmente complementam suas forças. Se você é um realista cabeça-dura, monte sua equipe com sonhadores e críticos.

Por exemplo, eu pode investir muito tempo estudando design gráfico, animação, codificação, redação e marketing para web, e se tornar mediano em alguns ou na maioria dessas habilidades. Mas trabalhando em equipe eu pude me beneficiar com o conhecimento em todas essas áreas da minha equipe (Tony e Brian). Uma das grandes coisas de fazer parte do Lateral Action Team (site que publicou este artigo) é que para cada coisa que fazemos, um de nós é especialista.

E claramente Disney não fez todos aqueles filmes sozinho. Ele não apenas atuou os três papéis na sua mente, ele usou eles para contrabalancear e ditar tendências para seu time. Se ele sentia que a equipe estava atolada nos detalhes, ele se tornava um lúdico sonhador; se eles estavam com perigo de se perderem fantasias distantes, ele trocava papéis e se tornava o realista.

Eu nem sei se ele chega a desenhar uma simples linha. Ouvi dizer que no seu estúdio, ele emprega centenas de artistas para fazer o trabalho. Mas eu assumo que esta direção, o constante processo de melhorias nas novas expressões, a resolução dos problemas em uma escala ascendente com aspirações para além de um sucesso comercial simples. É a direção de um artista real. E faz Disney, não o relator, mas o artista que sua seu cérebro, a mais importante personalidade nas artes gráficas desde Leonardo.

(Cartunista David Low, citação do livro The Game of Business de John McDonald)

Os filmes de Disney contem lindas artes. Mas sua abordagem criativa para o negócio de produção de filmes cresceu acima dos níveis artísticos.

O Sonhador, o Realista, o Crítico e Você

Você consegue reconhecer essa três características em você?

Qual destes papeis você se sente mais confortável?

Qual destes você considera mais desafiador?

Como são representados no seu time atual? Qual destes você pode atuar para desenvolver seu time?

Como executar grandes ideias?

2012

Por Marla Tabaka, traduzido e adaptado por Eliezer Filho

Boas ideias podem se tornar fraquezas se não forem bem gerenciadas. As mensagens constantes que atravessam a mente dos empreendedores podem incluir pensamentos como: “Eu deveria mexer com isso.” “E se eu errar em alguma coisa grande?” “Tantas ideias, tão pouco tempo” “Eu gostaria de ter dinheiro para  fazer essa ideia acontecer, ela é tão boa.” Estas perguntas geram uma desordem cerebral que trará um caminhão de ideias a um ponto insuportável, antes mesmo de chegar na estrada de viabiliza-las, por isso vamos descobrir como descarregar a carga em excesso!

Nem sempre é fácil para o lado direito, o lado criativo do empreendedor, tomar uma sistemática. Mas é isso que temos que fazer para tirar essas ideias do chão. Então, seja sua ideia sobre um novo produto, marketing, outros fatores de crescimento ou oportunidades organizacionais, aqui estão algumas dicas para que ela avance, ou para tira-las de sua mente, de uma  vez por todas.

Tire ideias da cabeça e coloque no papel. Manter esse brilho todo das ideias no seu cérebro é desgastante – elas tem que sair! Comece classificando as suas ideias entre grandes e pequenas. Categorizar e priorizá-las com base em suas necessidades: Você precisa de receita imediata? Você precisa melhorar a sua marca? Do que você precisa para satisfazer as demandas dos clientes? Ou você simplesmente precisa ter mais diversão, utilizando a sua criatividade em uma nova maneira? Agora escolha UMA ideia (sim, apenas uma) e aplique algumas ou todas estratégias a seguir.

Examine e expanda. Quando a sua idéia está em seus estágios iniciais gera curiosidade  e também pressão. Ao invés de colocar pressão sobre si mesmo para encontrar uma maneira de fazer a ideia funcionar, basta perguntar “e se…”.

“E se essa ideia está no lugar certo agora, o que isso causa de diferente?”
“E se eu pudesse ver essa idéia como algo maior do que é agora, como é que fica?”

Apenas para se divertir, explore as opções dos diversos “e se” como uma criança pode explorar o parquinho infantil. O lúdico pode reduzir o estresse e permitir mais espaço para a criatividade.

Compare a sua ideia ou estratégia com a sua visão e missão. Existe sinergia? Será que realmente se encaixam com seus objetivos a longo prazo? Isso muda alguma coisa de uma maneira que você deve explorar ou não é apenas para confundir a imagem? É muito longe da marca ou ela se encaixa na perfeição com a foto grande?

Às vezes nós temos A “grande ideia” e estamos tão envolvidos na energia de tudo isso que nos levamos a perder de vista a nossa visão verdadeira. Seguindo por este caminho pode levá-lo fora de seu objetivo principal, por um desvio muito acidentado. Você pode ou não acabar no lugar certo!

Aplique os passos da análise SWOT em sua idéia. Desenhe um quadrante em um pedaço de papel ou anote as quatro categorias em seu mapa mental ou quadro branco. Forças (Strenghts), Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats).

Depois de examinar o seu conceito e listar tudo que você pode pensar em cada uma das quatro áreas, explore os seus pensamentos sobre o seguinte:

Existe perigo de uma força de se tornar uma fraqueza?
Você pode converter uma fraqueza a oportunidade?
As fraquezas podem ser minimizadas ou eliminadas?

Trazer estas informações para avaliar as oportunidades mais promissoras e as questões mais importantes é o lugar onde você vai encontrar o maior valor em uma análise SWOT. Então você pode ter a sua idéia ou levá-la fora de sua mente completamente.

Olhe para as últimas tendências. Se você está trazendo um novo produto ou serviço ao mercado, não é a forma nova, refrescante e criativa que você atende às necessidades dos clientes que importa? Será que suas ideias se destacam ou se perdem em meio ao caos? Novamente, explore suas ideias sem estresse para ver como você pode diferenciá-la ou melhorá-la em comparação as ideias dos concorrentes.

Faça reuniões de Brainstorm com amigos e colegas. Ser um empreendedor sozinho não significa por si só! Não queira levar sua ideia sozinho. Pergunte às pessoas criativas e estratégicas que trabalham com você e permita-se se divertir com eles. Lembre-se que você escolheu a si mesmo para ser seu próprio patrão, pois você ama liberdade. Estar colado às suas ideias de forma estressante transfora tudo em uma experiência não muito agradável!

Aqui está uma ideia divertida – Vá em algum lugar diferente para trabalhar com suas ideias.

Adoro trabalhar no lobby de um hotel decadente ou um café ou livraria que eu nunca estive. De alguma forma, isso cria um novo nível de emoção para o meu planejamento e brainstorming e realmente me ajuda a explorar esse lado lúdico. O que funciona para você?