Imaginando Negócios

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Como o mundo moderno está mudando o mundo dos negócios

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Reimagine: novo conceito para evolução e inovação

2014

Clique aqui para visualizar a campanha.

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“Tudo vira commodity com o passar do tempo.” Esta frase, dita por Steve Heyer ex-CEO da Starwood Hotels & Resorts Worldwide e ex-diretor de operações da Coca-Cola, revela uma característica forte no mundo moderno, onde tanto produtos quanto serviços se tornam padronizados, perdendo com isso seus diferenciais e dificultando o processo de evolução aonde são aplicados. A palavra inglesa “commodity” define algo padronizado para compra e venda e pode ser negociada em diversos mercados com múltiplos instrumentos econômicos.

Há dois anos, a Stefanini reforçou seu compromisso de sempre oferecer algo diferenciado, resumido no slogan “Powering your Business” (Potencializando seus negócios). Por meio dele, a tecnologia vista por outros como uma “commodity” passa a ser aplicada e personalizada para trazer diferenciais reais para os negócios dos clientes. Essa busca por ser diferente, como cada negócio de nossos clientes também é, resultou em diversos investimentos em pesquisa, inovação, desenvolvimento de novos serviços e consultoria, transformando nossos serviços em soluções totalmente alinhadas aos clientes.

Um novo passo nessa estratégia é a difusão do conceito “Reimagine”. Muito mais do que uma campanha institucional, o Reimagine é um convite feito para todo o público da Stefanini, interno ou externo, para repensar e reimaginar tudo o que fazemos. Precisamos estar abertos às novidades e com isso nos livrar de qualquer resistência, só assim conseguimos ter um caminho aberto para a evolução e a inovação.

Para ser a empresa inovadora que pretende, é necessário reimaginar tudo o que faz para que essa inovação chegue de fato aos clientes. Reimaginar é um exercício que está sendo praticado internamente em nossos processos e está sendo estendido ao grande público de forma que possa ser até mesmo encarado como uma filosofia de vida.

A ideia surgiu a partir da campanha para apresentar a empresa, mas o objetivo era focar em um conceito diferenciado que representasse a amplitude dos serviços da Stefanini, que vão além de TI. Este conceito foi proposto e desenvolvido em uma série de comerciais, anúncios e demais materiais de comunicação da Stefanini.

A campanha acabou traduzindo nosso objetivo de trazer soluções diferenciadas, fugindo da comoditização do mercado. A tradução criativa do conceito reúne citações de pessoas que não acreditavam em novas tecnologias que, com o tempo, revolucionaram o mercado.

Cinema, computador pessoal, raios-X, produtos e serviços que fazem parte do nosso dia a dia, mas que no passado sofreram resistência para se popularizar. Fugir do “status quo” é a forma de abrir novos caminhos e trazer inovação. Para mostrar que está engajada em ações inovadoras e oferecendo aos seus clientes soluções para repensarem seus negócios, a Stefanini recentemente adquiriu empresas que agregaram ao seu portfólio novas possibilidades de serviços que vão além da TI, como a Orbitall e a Woopi.

A companhia também está com forte atuação em pesquisa e desenvolvimento de soluções. Uma frente que sintetiza isso é a área de consultoria em negócios, totalmente voltada aos diversos segmentos de seus clientes.

O convite que fazemos é para que cada cliente, parceiro e colaborador Reimagine e juntos possamos pavimentar a estrada que nos leva a um futuro inovador e diferenciado.

Jurassic Press: Dinossauros de papel conseguirão sobreviver em um mundo digital?

2013

Há muito tempo se fala sobre o fim da mídia impressa. Como será o futuro dos informativos periódicos que fazem parte de nossas vidas por tanto tempo? Apesar da longa existência deste meio (desde a Roma Antiga já existem, no formato de boletins de anúncios do governo exibidos em locais públicos e esculpidos em metal ou pedra), as novas gerações vem reduzindo o consumo ano após ano, migrando para o mundo digital.

Paper Age: curta do designer alemão Ken Ottmann prevendo a destruição do meio impresso devido aos equipamentos eletrônicos de consumo de conteúdo.

A cada novo meio de comunicação que surge, o debate sobre o termino dos jornais retorna. Seria o rádio o substituto do jornal? Ou poderá a televisão exterminar este meio? Em ambos os casos, a mídia impressa conseguiu coexistir. Porém com a internet, que preserva uma forma de organização do conteúdo similar ao jornal, acrescentando o conceito de hiperlinks, surgiu uma ameaça real. Mais recentemente,  com o lançamento do primeiro tablet “popular” em 2010, a experiência de portabilidade do jornal passou a ser replicada através da prancha digital móvel.

Os jornais e revista também correram atrás de se reinventar. Além de irem para a internet com portais de notícias e com modelos de assinatura digitais, no meio impresso trabalham com layouts próximos da estética da internet, inclusive criando conexões entre notícias e seções similares ao conceito de hiperlinks.

Porém este modelo já é questionado a algum tempo. De acordo com os dados do IVC, que audita cerca de cem títulos no Brasil, inclusive publicações não diárias, o mercado de jornais cresceu 1,8% no ano passado. Porém quando olhamos para outras realidades, vemos um cenário pessimista. O “Financial Times”, jornal britânico, irá reduzir a sua equipe em 25 profissionais (dos atuais 600), segundo documento interno obtido pela imprensa britânica. Pelos planos, haverá um corte de 35 jornalistas e a contratação de dez, todos para a área digital, uma das prioridades do jornal.

Em 2010 vimos o “Jornal do Brasil”, tradicional jornal fundado em 1891, migrar totalmente para o formato digital, abandonando a versão tradicional impressa. O mesmo caminho seguiu a revista americana “Newsweek” no final de 2012.

Do outro lado, em fevereiro de 2011 foi criado o primeiro periódico diário apenas para tablet, algo que poderia representar o futuro destas publicações. “The Daily” foi um fracasso de vendas, sendo encerrado no final de 2012, menos de 2 anos de seu lançamento. Segundo o CEO da News Corp, Rupert Murdoch, ele “não encontrou rapidamente a audiência necessária para que o modelo do negócio fosse sustentável”.

Outro desafio é de como incentivar pessoas na imersão em um conteúdo extenso em uma geração onde a dispersão é uma das características, fruto do crescimento de estímulos visuais. O jornal “Tokyo Shimbun” criou, o aplicativo de realidade aumentada com o objetivo de transformar o hábito de leitura dos filhos de seus tradicionais leitores.

Usando realidade aumentada para dar vida ao texto, o usuário só precisa apontar a câmera do celular em cima das marcações do jornal, e com isso personagens digitais interagem com o conteúdo. Realidade aumentada já foi utilizada muito na interação entre o impresso e o digital, porém está é uma das primeiras vezes que foi aplicada em conteúdo editorial.

Case do jornal Tokyo Shimbun

Estes diversos exemplos mostram que hoje o caminho está aberto para preservação deste meio. Jornais são ainda uma ótima fonte para ter conteúdos atualizados e densos, diferente do meio digital que, muitas vezes, se perde em uma certa superficialidade. Porém o grande questionamento para garantir ou não a sua sobrevivência é o perfil desta nossa geração “google”. Teremos uma geração focada em discursos superficiais ou ainda existe espaço para profundidade? Não é o tablet, o computador ou qualquer outro meio que determinará a extinção dos jornais. Quem pode ser o meteoro mensageiro do fim é o seu humano e sua busca por conhecimento. E, infelizmente, vivemos uma realidade onde o conhecimento está cada vez mais superficial.

Relembrando o passado, potencializando o futuro.

2013

Quando lemos biografias de empreendedores e personalidades, nos deparamos com a realidade que muitas vezes a infância de cada um foi crucial pra seu futuro. Na verdade, as grandes forças de nossas vidas são desenvolvidas no período mais criativo de nossas vidas, nossa infância. Um exemplo foi Walt Disney, cuja habilidade nos traços dos desenhos foi detectada desde a infância e na escola ele desenhava nas margens dos livros, e ao folhea-los conseguia a ilusão de animação. Outro foi Steve Jobs, que quando criança já era apaixonado pelos detalhes dos designs dos carros que o pai concertava, e essa fixação pelo design marcou a trajetória da empresa que ele construiu.

Seriam então os “talentos” da infância as nossas forças do futuro?

Se traçarmos um paralelo entre nossa infância e nossas atividades hoje, podemos detectar uma relação interessante entre os diversos pontos.

Nossos talentos infantis X nossas habilidades atuais

Numa esfera simplista, podemos quebrar em 2 grupos de habilidades: lógicos e criativos. No primeiro, atividades como quebra-cabeça de blocos, exercícios com números e atividades esportivas com regras tendem a demonstrar  uma linha mais racional, que pode refletir em profissionais mais pragmáticos e de raciocínio ágil. Já as habilidades criativas como desenho, pintura e brincadeiras performáticas refletem profissionais com perfis mais inovadores que podem exercer atividades criativas e soluções inusitadas. Claro que o ser humano é complexo para se dividir em duas características, na verdade somos formados ambas em pesos e ações diferentes. Estes são alguns exemplos de como podemos contrapor estes 2 perfis. Tente fazer uma analise de algumas relações entre sua infância e seu presente.

Pais que corrigem X lideres pesados

Uma segunda analise que podemos realizar é comparar a tratativa que os pais davam ao talentos e fracassos dos filhos e como nossos lideres agem hoje. Erramos mais incentivados ou corrigidos quando erramos menores. E hoje, somos mais desafiados em nossas habilidades ou ouvimos sempre o velho discurso que “devemos sair da nossa zona de conforto”. O pensamento cristão do dogma do pecado criou uma sociedade onde os erros são mais punidos do que os acertos elogiados. Contrapondo a isso temos o movimento do novo pensamento, cujo principal discurso é a lei da atração que direciona o pensamento positivo como forma de atingir resultados positivos, culminando em um trabalho mais focado nas forças do que nas fraquezas.

A criança cresceu

O melhor exercício para se tornar um profissional melhor é o auto-conhecimento. E olhar para traz é uma forma de redescobrir nossas forças e encontrar formas de recuperar a essência de nossa personalidade. Resgatando estes pontos da infância, podemos identificar nossas forças do presente e desenvolvê-las para um futuro ainda mais promissor. E ao invés de sair da zona de conforto, lembrar sempre de nos fortalecer na zona de nossas habilidades.

O herói anônimo e seus atos aleatórios de bondade

2013

Quando dois aviões atacaram um dos principais centros comerciais do mundo e pessoas viram que suas vidas poderiam terminar abruptamente, a principal preocupação delas era deixar mensagens de amor para os seus. Quando jovens foram encontrados mortos em um incêndio em uma cidade do interior do Rio Grande do Sul, a trilha sonora do ambiente eram celulares tocando, mães procurando ser atendidas pelos seus filhos que já não estavam no plano terrestre. Quando um garoto americano descobriu que na Africa haviam outros garotos não tinham o que beber, juntou suas economias para pagar a construção de um poço para extração a partir dos lençóis freáticos.

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Atos aleatórios de bondade acontecem a nossa volta o tempo todo, mas muitas vezes se tornam invisíveis diante do dinâmismo do mundo. Porém algo mudou nos últimos anos. No passado os meios de comunicação de massa eram unilaterais, você recebia as informações da forma que as emissoras queriam. O advento da internet inverteu este jogo, dando voz para quem os anônimos invisíveis. E com essa voz, veio a projeção destes atos de bondade.

Pare para pensar nas diversas mensagens sobre causas sociais você recebeu na ultima semana. Talvez o ser humano não tenha mudado e este lado bom sempre esteve presente, mas hoje isso ganha outra visibilidade graças a tecnologia. Ou ainda mais do que ser bom, talvez vivamos numa era onde precisamos transparecer uma imagem boa, nem que seja falsa.

Na edição especial Person of the year da revista Time, do final de 2011, o protestador anônimo protagonizou a capa, revelando a forca das pessoas nas revoluções, superando as organizações. Sao estes atos que podem mudar o mundo.

Poucas organizações descobriam como participar desta corrente sem parecerem oportunistas. Um exemplo interessante foi a Starbucks, que diante da crise americana, passou a engajar os frequentadores a doar para fundos de desenvolvimento de empregos. Esta visão é chamada capitalismo social, conceito muito difundido por Michael Porter onde as empresas não devem agir apenas como filantropas, mas podem sim gerar valor para a sociedade e, por consequência, ampliar seu próprio valor.

O capitalismo social pode ser a evolução natural das empresas para essa característica do ser humano. E os atos aleatórios de bondade podem se tornar uma corrente comercial mais justa e buscando o consumo consciente. Entenda este breve texto como uma introdução, pois acredito que podemos falar muito sobre este tema e imaginar os negócios do futuro em uma base de troca justa e onde o valor é compartilhado. Cada participante desta relação, seja consumidor, empresa, colaborador ou qualquer outro pode ser um herói no nosso mundo moderno.

Quem quer viver para sempre?

2013

Talvez o dia de aniversario seja um dia propício para falar sobre longevidade. No texto anterior (Estamos Lascados) conversamos brevemente sobre como os avanços medicinais e tecnológicos ajudam para ampliar a qualidade de vida da população. A descoberta em 1928 da penicilina, por exemplo, junto com outras como a vacina contra a tuberculose, fez disparar a expectativa de vida na primeira metade do século passado. E da segunda metade até hoje ampliamos em cerca de 20 anos “nossa idade máxima”.

A revista The Economist divulgou no início de 2013 um gráfico considerando um acumulado dos anos, podendo ser considerado um gráfico das experiências somadas. Até o final deste século, a média de idade vai ser um pouco mais de 42 e a expectativa será de viver até aos 81. A população mundial vai ter estabilizado em pouco mais de 10 bilhões e essas pessoas vão ter acumulado 430.000.000.000 anos de experiência humana entre eles.

The Age of Man - The Economist

The Age of Man – The Economist

Qual será o limite deste processo? Existirá um dia que o homem tenha a chamada vida “física” eterna? Quando em 1996 o mundo conheceu Dolly, o primeiro mamífero clonado, este tema ganhou força através da ideia de que um ser poderia ser infinitas vezes duplicado, perpetuando assim sua existência. Porém, além do fato do ser clonado apresentar um tempo de vida mais curto, a existência do ser não é plena, visto que o homem é muito mais do que um punhado de genes, ele é uma junção de diversas experiências e fatos corriqueiros que constroem sua personalidade, emoções, conhecimentos e demais características de sua vida.

Outra frente de pesquisa é a Criogenia Humana. Diversas pessoas pagam verdadeiras fortunas para terem seus corpos congelados após a morte, esperando um dia que a medicina esteja avançada a ponto de serem ressuscitados. Porém se trouxermos a ótica das principais religiões, acredita-se que o ser humano é formado de matéria e espírito e que após a morte, a alma encontra seu descanso eterno. Portanto, como seria possível, do ponto de vista religioso, que uma pessoa voltasse após a morte?

A promessa de vida estendida move diversos negócios. Existe uma clínica em Moscou que possui a fama de ajudar a desafiar o envelhecimento através de injeções de células-tronco para manter a aparência jovem. Existem diversos estudos russos nesta área que revelam quase uma nova versão da corrida espacial, desta vez com o foco na eternidade. A busca pela juventude eterna definitivamente é um grande negócio, movimentando fortunas em busca de preservar ou resgatar o que se foi um dia.

Para atingir a eternidade, o caminho mais provável seria a cura constante do envelhecimento. Mas envelhecer não é uma doença, e sim uma característica natural do homem. Será que a vida permitirá ser controlada desta forma? A vida termina de forma independente de doenças, ela acaba abruptamente a qualquer momento. Pode ser um simples acidente quando atravessamos a rua, ou quando tropeçamos em uma pedra, ou em qualquer outra forma aleatória e inesperada.

Pode parecer mórbido falar sobre morte no dia em que comemoro mais um ano de vida. Mas a grande verdade é que essa instabilidade da vida, ao invés de evitada, pode ser celebrada em cada pequeno minuto mágico desta dádiva. A vida eterna é a vida vivida de forma plena, nem que por poucos instantes.

Estamos lascados: será que vivemos em um mundo inovador?

2013 2 Comentários

Na capa da edição da revista Época desta semana surgiu o questionamento de “Qual é a maior inovação: o Iphone ou a Pedra Lascada?

Imagem da Revista Época

Imagem da Revista Época

Ao propor este debate temos a visão de que, apesar parecer que estamos em um mundo absurdamente inovador, na verdade vivemos um período de seca criativa. De fato, a machadinha de pedra lascada foi bem mais revolucionária que o iPhone e hoje não podemos lembrar de tantas coisas revolucionárias recentes. A principal revolução que me recordo já possui mais de 30 anos e atende do nome de internet. Depois disso, vivemos uma série de melhorias e alguns “remixes” de soluções antigas.

Estava conversando com amigos alguns dias atrás sobre o Facebook, visto por muitos como uma grande revolução de comunicação e compartilhamento. Mas será que o facebook não é apenas uma versão digital das velhas conversas que nossos avós tinham nos finais de tarde, ao sentarem com os vizinhos na porta de suas casas, compartilhando os fatos diários?

Algumas semanas atrás aconteceu a CES (Consumer Electronics Show), feira que anualmente se propõe apresentar as inovações tecnológicas do mundo do consumo. Todos os jornalistas ficaram impressionados com Televisores de altíssima definição (4K), tablets potentes, tocadores de música que permitem ouvir áudio com compressão quase nula, enfim, coisas incríveis, mas pouco inovadoras. Para uma feira que utiliza o slogan “the global stage for innovation” (o palco global para a inovação), será que não foi muito pouco?

A forma que encaro o mundo hoje é muito menos inovador e muito mais incremental. O iPod que não sai do meu bolso não é tão diferente do walkman que tocava fitas com músicas randômicas gravadas a partir de uma rádio qualquer. Encaro que vivemos um mundo de “remixes”, onde utilizamos releituras de objetos, atividades e coisas que já usavamos, porém com mais tecnologia e praticidade.

No filme 2001: Uma Ódisseia no Espaço, vemos uma previsão interessante do homem vivendo fora do planeta azul, possuindo uma colônia na Lua e ainda indo até Jupiter. Já estamos em 2013 e nada disso se provou verdade ainda. Se compararmos o que sonhavamos viver, estamos muito longe disso. E se compararmos ainda nossa realidade de hoje com algumas conquistas do passado como a descoberta do fogo, grandes navegações, o homem na Lua, entre outras coisas, estamos longe de um mundo realmente inovador. Como disse o ex-astronauta americano “Buzz” Aldrin (o segundo homem a pisar na Lua):

Eles me prometeram colônias em Marte, em vez disso eu tenho Facebook.

Porém os “remixes” de hoje trazem vantagens impossíveis de serem negadas no âmbito do bem-estar. Vivemos mais com a cura de algumas enfermidades, nos comunicamos melhor e com mais pessoas, temos acesso ao conhecimento de forma mais rápida e principalmente democrática.
Porém a pergunta que fica aberta é: Será que ainda existe alguma revolução que podemos realizar? Acredito que alguns caminhos ainda a serem desvendados estão nas realidades sobrenaturais como:

- Como pessoas são curadas com a fé?
– Qual é o real potencial do cérebro humano?
– Existe um ser superior?
– De onde vem as premonições?
– Como a energia da natureza pode ser aplicada de forma melhor em objetos tecnológicos?

Alguns devaneios que podem ser a nova “pedra lascada” da nossa era. E trazer uma verdadeira ruptura para a humanidade.

2013

Cuidado com os conselhos que você compra, mas tenha paciência com aqueles que os oferecem. Conselho é uma forma de nostalgia. Dar conselhos é uma forma de resgatar o passado do lixo, esfregá-lo, repintar as partes feias e reciclar tudo por mais do que realmente vale.

Mary Schmich – Chicago Tribune

2013

“Nossa responsabilidade é muito mais do que fazer dinheiro. O importante é equilibrar a criação de valor com a rentabilidade.”

Howard Schultz – CEO da Starbucks

O dia que mudou tudo.

2013

Há onze anos tudo mudou. Um grupo de pessoas de uma organização não oficial expos a maior potência do mundo. Davi derrubou Golias, mas na verdade foi um Davi mau contra um Golias inocente. Se 11 de setembro revelou algo, foi que o mundo tinha mudado.

A força não estava mais nos grandes, mas sim, nos apaixonados por um ideal (mesmo que um ideal errado). Tom Peters, no livro Reimagine! fala sobre isso, do ponto de vista do fracasso das organizações inventadas em outra era.

“Nossa atual (pré 11 de setembro) foi essencialmente desenvolvida e projetada por Napoleão”, disse o almirante e ex-vice-comandante do Estado Maior das Forças Armadas americanas Bill Owens.

O que Petters levanta é a força das “organizações virtuais”, como a estrutura dos terroristas, que surpreendem e tem a agilidade que as organizações tradicionais não possuem. Se trazemos isso ao mundo dos negócios, podemos comparar com as forcas das empresas startups, ágeis que muitas vezes superam as grandes.

O fatídico dia 11 impôs novas estratégias, táticas e ações ao exército americado. Um novo lema: “Flutuar feito borboleta, picar feito abelha” (Muhammad Ali). Do slogan “Seja tudo que puder ser” para o conceito “sou um exército de um homem só”.

Se aplicarmos como Tom Peters propõe também ao ambiente corporativo, os novos contrastes do exército também refletem nas organizações:

Onde havia Exército da “velha economia”, deve haver exército da “nova economia”

Onde havia um cenário íngreme, burocrático, cheio de patentes, deve haver plano, descentralizado, com poucas patentes

Onde havia lento, porém certeiro, deve haver rápido e certeiro

Onde havia pesado e portanto letal, deve haver leve, porém não menos letal

Onde havia força esmagadora, difícil de manobrar, deve haver munições precisas, capazes de “fazer uma moeda girar”

Onde haviam as maiores pistolas da cidade, devem haver os sistemas mais inteligentes da Terra

Onde haviam soldados formados em massa, transportados em tanques e com pesada artilharia a reboque, devem haver unidades de cinco a dez soldados com o espírito de “exército de um homem só”

Onde havia um ambiente intenso em armas de fogo, deve haver intenso em informações

Onde havia hierarquia, com unidades independentes que se relacionam por meio de operações de comando e controle ditados de cima, deve haver centrado em redes, com grupos interdependentes que se envolvem em planejamento operacional repentino

Onde havia muita fricção, baixa coordenação, especialmente com outros serviços das forças armadas e agências governamentais, deve haver comunicação aberta, livre de fricções, tanto em âmbito de unidade, quanto entre as divisões organizacionais.

Onde havia muito “real”, deve haver muito “virtual”.

Tudo mudou.